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July 2021: Manifesto from Brazilian feminists against their silencing by the Left

"We, women and organizations of the left, present through this Manifesto our disavowal of the recurrent practices of silencing women and of the attacks on our constitutional right to freedom of expression and on the fight for our rights.

In Brazil, as is happening worldwide, we are constantly suffering threats and accusations of "transphobia" simply for talking about our sex-based rights..."

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WHRC Brasil officially launched on 1 October 2020. Find us on:

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July 2021: WHRC Brasil pede ao Ministério Público de Alagoas que garanta o direito de meninas e mulheres a banheiros separados por sexo

A WHRC Brasil, representação brasileira da Women´s Human Rights Campaign - Campanha pelos Direitos Humanos das Mulheres, protocolou na última terça-feira (29 de junho) um requerimento ao Procurador de Justiça de Alagoas, Márcio Roberto Tenório. A organização busca sensibilizar o MP do Estado sobre o impacto de uma eventual condenação em segunda instância do segurança José Rui de Góis. Góis foi sentenciado às penas previstas na Lei de Racismo por supostamente ter tentado impedir o acesso de uma pessoa do sexo masculino ao banheiro feminino do Shopping Parque Maceió: a pena foi de um ano e seis meses mais pagamento de 10 salários mínimos. O juiz entendeu que a conduta configuraria "discriminação por identidade de gênero", baseando-se em decisão do Supremo Tribunal Federal do ano de 2019.

No requerimento, que segue em anexo, a WHRC alerta que manter a condenação do segurança equivale a eliminar o direito de meninas e mulheres do Estado a espaços separados por sexo, pois, como as "identidades de gênero" são autodeclaradas, qualquer um pode adentrar nesses locais e se questionado se autoidentificar como mulher - e o mesmo pode ocorrer em locais como vestiários, provadores de loja, alas hospitalares e psiquiátricas etc.. O próprio Supremo, em outra decisão do ano de 2018, entendeu que não é necessário diagnóstico médico e nem decisão judicial para um indivíduo alterar nome e "sexo" nos documentos. A organização observa que todos têm o direito a se sentirem em segurança e que concorda com a luta de travestis e transexuais a um terceiro espaço.


Este é o segundo requerimento da WHRC Brasil em defesa dos espaços separados de meninas e mulheres. O primeiro, que também segue em anexo e também foi encaminhado ao MP de Alagoas para ilustrar os problemas do apagamento do sexo, foi protocolado no dia 1º de abril e dirigido ao Procurador Geral da República Augusto Aras pedindo a manutenção das penitenciárias separadas por sexo.

Download the first and second applications.

July 2021: WHRC Brazil asks Alagoas' Public Attorney to guarantee the rights of women and girls to have sex-separated toilets

WHRC Brazil, the Brazilian chapter of WHRC, has filed an application this Tuesday (29) to the Public Prosecutor of Alagoas, Márcio Roberto Tenório. WHRC Brazil expects to raise awareness with the Public Attorney about the impact of a possible second instance conviction of security guard José Rui de Góis. Based on Brazilian's Law of Racism, Góis was sentenced by allegedly trying to stop a male person from accessing women's toilets at Shopping Parque Maceió: 18 months of imprisonment and the payment of 10 times the Brazilian minimum wage. The judge ruled that his conduct constituted a discrimination "against gender identity" and based the ruling on a 2019 Supreme Court decision.

In the application, which can be download here, WHRC Brazil warns that upholding his conviction is the equivalent to undermine the rights of women and girls from Alagoas to sex segregated spaces. Considering "gender identities" are self-declared, anyone can have access to women's public toilets and, if asked, self-identify as a woman - and the same can happen in places as lockers, changing rooms, female wards at hospitals and nursing homes, etc. The Supreme Court, in another ruling made in 2018, understood that one does not need a medical diagnostic or court order to have its name and "sex" changed in documents. WHRC Brazil points out that everybody has a right to safety, so the group agrees with males who seek the creation of a third bathroom.

This is the second application of WHRC Brazil in defense of sex-segregated spaces for women and girls. The first, which can be found here, was filed on April 1, and was addressed to Augusto Aras, head of the Public Prosecutor’s Office. The application asked for Brazilian prisons to be kept sex-segregated.

April 2021: Campanha pelos Direitos Humanos das Mulheres faz representação à Procuradoria Geral da República sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal de enviar travestis e transexuais para prisões femininas

A WHRC Brasil, representação no Brasil da Women's Human Rights Campaign (Campanha pelos Direitos Humanos das Mulheres), protocolou nesta quinta-feira (1º de abril) um requerimento à Procuradoria Geral da República, titularizada por Augusto Aras. O documento pede ao órgão que atue para suspender os efeitos da decisão dada pelo Ministro Luís Roberto Barroso no dia 18 de março de 2021 na ADPF nº 527. O Ministro determinou a ida de travestis e transexuais biologicamente homens para prisões e outros estabelecimentos destinados a mulheres privadas de liberdade.

“A nossa campanha sabe que presos correm riscos em penitenciárias masculinas, ainda mais quando estão fora do padrão. Porém, a solução não é transferir esse risco para as mulheres e sim criar espaços específicos nas próprias penitenciárias masculinas e combater a violência dentro delas. Mulheres e meninas não são escudos humanos”, diz Thársila di Britto, atriz, moradora do Rio de Janeiro e uma das membras da WHRC Brasil que assinam a representação.

O documento tem mais de 60 páginas e contém citações de livros, artigos, estatísticas e notícias jornalísticas que reiteram a importância da separação por sexo. Entre outros argumentos, cita-se os padrões mais elevados de violência masculina, as vantagens físicas em um eventual confronto corporal e a possibilidade de estupros e gravidezes indesejadas. O PDF da representação pode ser lido no Telegram da WHRC Brasil [ https://t.me/whrcbrasil ] e as membras convidam a todos para conhecer melhor a proposta em suas redes sociais: 

O PDF pode ser lido no Telegram da WHRC Brasil (https://t.me/whrcbrasil) e as membras convidam todos e todas a conhecer melhor a campanha e suas redes sociais:

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Gender ID laws:

For the past few years, especially since 2013, "gender identity" laws have been pushed in Brasil by parties and organisations from the left, including women's organisations. Prisons, toilets, fundings, 8M (Women´s March), affirmative politics... all spaces were turned to male "inclusive". Gender identity is also being pushed in schools and the "affirmative model" is being promoted to gender non-conforming kids. There is huge censorship against academic feminists that will not comply.

Leis de "identidade de gênero":

Nos últimos anos, especialmente a partir de 2013, as leis baseadas em "identidade de gênero" têm sido empurradas no Brasil por partidos e organizações de esquerda, incluindo organizações de mulheres. Prisões, banheiros, financiamentos, 8M (Marcha de Mulheres), políticas afirmativas... todos os espaços foram transformados em "inclusivos" de machos biológicos. "Identidade de gênero" também está sendo empurrada em escolas e o "modelo afirmativo" está sendo promovido em menores de idade fora dos estereótipos de gênero. Há uma enorme censura contra feministas acadêmicas que não são coniventes.